Formação
- A Palestina é a terra prometida por Deus aos Judeus. Moisés foi o encarregado de levar os Judeus até essa terra prometida. Esta ida à terra prometida é chamada de Êxodo
- Quando Jesus nasce e se autodenomina filho de Deus. Os Judeus negam Jesus e o crucificam.
- No século II, o império romano se torna cristão e começam a perseguir os judeus por negarem cristo. Os judeus fogem de sua terra prometida e se espalham pelo mundo. Esta fuga é chamada de Diáspora
- No século XIX nasce a ideia do sionismo que se trata da ideia de que para os judeus terem paz, deveriam voltar à Palestina (Terra prometida). A partir dai, judeus começam a voltar para a palestina
- Com o holocausto, pessoas de todo o mundo sentem pena dos judeus e acham que eles devia realmente voltar à palestina. A região da Palestina era de posse da Inglaterra e é doada para a ONU que cria o Estado de Israel com o objetivo de ser um país para os judeus.
Conflitos
A ocupação da Palestina pelos judeus e a criação de Israel tirou os Palestinos de seu território e fez com que ficassem em apenas uma pequena parte da Palestina o que causou diversos conflitos nacionalistas, territoriais e religiosos. Israel tem um forte apoio dos EUA.

A guerra dos seis dias
A guerra dos seis dias tem inicio na conferencia da Liga Árabe realizada no Cairo, em 1964. Nesta conferência debateram o desvio das águas do Jordão, questão de grande importância para aqueles ali presentes.
Ficou decidido então que Israel era uma ameaça e o desvio das águas do Jordão multiplicaria os perigos à existência árabe. A partir daí, os estados árabes começaram a planejar planos para a destruição de Israel.
Humilhados tanto na guerra da independência israelense, como durante a crise de Suez, o mundo árabe pretendia fazer jus àquela que considerava ser uma ocupação indesejada por um vizinho incômodo. Com isso, em 1967 a Síria e o Egito iniciam um conjunto de ofensivas diplomáticas entre as nações árabes para obter o apoio necessário para a batalha que seria decisiva contra Israel.
Apesar de não desejar a guerra naquele momento, o líder egípcio toma três medidas: o envio de tropas para a península do Sinai (ocupada por forças da ONU), um pedido para a retirada da força de defesa da ONU na Síria e o fechamento do estreito de Tiran à navegação israelense.
Apesar dos acordos de Israel com a Jordânia, ela decide se juntar ao Egito.
Começando a guerra, o resultado é amplamente favorável a Israel. Sua força aérea destrói a homóloga egípcia juntamente com aeroportos e instalações anexas. O Sinai é ocupado militarmente por Israel, que apodera-se também de Gaza e do Golfo de Ácaba. Temendo a aliança sírio-egípcia, Israel avança em novo ataque preventivo, desta vez contra a Síria, conquistando a Cisjordânia e as colinas de Golã.
No dia 8 de junho de 1967, o Egito aceita o cessar-fogo proposto, e a Síria faz o mesmo no dia 10, terminando assim com a guerra dos Seis Dias.
Guerra do Yom Kipur
A Guerra do Yom Kippur teve início após um ataque súbito à Israel, organizado por Síria e Egito. O nome do conflito remete ao feriado da cultura judaica chamado Yom Kippur, pois na data da celebração, Síria e Egito ultrapassaram as barreiras do cessar-fogo nas Colinas de Golã e no Monte Sinai, que pertenciam à Israel. Aos primeiros 6 dias do conflito, as forças sírio-egípcias conseguiramretomar parte de seus territórios. Porém, após duas semanas de batalhas, Israel começa a predominar na guerra, fazendo o exército da Síria recuar das colinas de Golã, mas as forças do Egito continuavam na região do Monte Sinai.
A saída encontrada pelos israelenses foi um atalho na área sul do Sinai, desprotegido pelo exército egípcio. Desta forma, conseguiu deslocar-se para a região oeste referente ao canal de Suez, localidade em que a muralha Bar-Lev não tinha sido ocupada pelas forças do Egito. Então, o exército do Israel começou a ameaçar Ismaília, província egípcia.
Após o fim dos conflitos armados, o exército de Israel havia se recuperado e apresentava enorme poder bélico. As forças armadas israelenses encontravam-se infiltradas em territórios árabes, sendo que chegaram a 40 quilômetros da capital síria, Damasco, e a 101 quilômetros da capital do Egito, Cairo. Ambas as cidades foram fortemente bombardeadas.
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